Replicadores Adventistas: #LES adultos
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sexta-feira, 11 de maio de 2018

✳ LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - ADULTOS



Lição 6. - 5 A 11 DE MAIO


      A “MUDANÇA” DA LEI


     VERSO PARA MEMORIZAR:

   “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (Dn 7:25).


   Sexta-feira, 11 de maio

Ano Bíblico: 2Cr 5–7


     ESTUDO ADICIONAL


   O mesmo dragão, Satanás, que guerreou contra Deus no Céu (Ap 12:7) guerreia contra o povo de Deus na Terra, os que “guardam os mandamentos de Deus” (Ap 12:17; 13:2, 4). Na verdade, o próprio Satanás também se torna objeto de adoração (Ap 13:4). Portanto, a guerra que o inimigo iniciou no Céu contra Deus, ele busca continuar na Terra. E o seu ataque à lei divina é fundamental à sua investida contra o Altíssimo.

   “No quarto mandamento, Deus é revelado como Criador do Céu e da Terra, e por isso Se distingue de todos os falsos deuses. Foi para memória da obra da criação que o sétimo dia foi santificado como dia de repouso para o ser humano. Destinava-se a conservar o Deus vivo sempre diante da mente humana como a fonte de todo ser e objeto de reverência e culto. Satanás se esforça por desviar os homens de sua aliança com Deus e de prestarem obediência à Sua lei; dirige Seus esforços, portanto, especialmente contra o mandamento que aponta a Deus como o Criador” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 53, 54).

   Adoramos o Senhor porque Ele é o Criador dos “céus e da Terra”, e o sábado é o sinal fundamental de Sua criação, que remonta à própria semana da criação (veja Gn 2:1- 3). Não é de admirar que, em seu ataque à autoridade de Deus, Satanás ataque o sinal principal e fundamental dessa autoridade: o sábado.

   Nos últimos dias, o povo de Deus permanecerá firme e fiel em sua lealdade a Ele, uma lealdade manifestada na obediência aos Seus mandamentos – todos eles, incluindo aquele que especificamente revela o Senhor como Criador, o Único digno da nossa adoração.

     Perguntas para discussão

   1. Qual é o problema dos que falam sobre a realidade do pecado e, no entanto, argumentam que a lei de Deus foi abolida? Qual é a grande incoerência desse raciocínio?

   2. Quais têm sido suas experiências com os que defendem o domingo em vez do sábado? Quais argumentos você usa? Eles são eficazes? Como pode refutar o argumento comum de que a guarda do sábado é uma tentativa de obter salvação pelas obras?

   3. Ao conversarmos com outras pessoas sobre o sábado e nos prepararmos para os eventos finais, por que é importante deixar claro que as provações em relação à “marca da besta” ainda não aconteceram?

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Estudo Adicional da Lição da Escola Sabatina

✳📽  ESTUDO DA LES COM:

Pr. Eduardo Batista

LIÇÃO 05. CRISTO NO SANTUÁRIO CELESTIAL – 28 DE ABR A 05 DE MAI/18

📎 Tema: ESTUDO ADICIONAL

🗓 04 de Maio de 2018


✳ LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - ADULTOS


✳ LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - ADULTOS

Lição 5. - 28 de abril a 04 de maio


     CRISTO NO SANTUÁRIO CELESTIAL


     VERSO PARA MEMORIZAR:

   “Pelo que também Deus O exaltou sobremaneira e Lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos Céus, na Terra e debaixo da Terra” (Fp 2:9, 10).


  Sexta-feira, 04 de maio

  Ano Bíblico: 1Cr 10–12


     ESTUDO ADICIONAL


   O livro de Hebreus apresenta o santuário terrestre como tipo do que Cristo faria por nós na Terra, como nosso sacrifício, e no Céu, como nosso Sumo Sacerdote. O santuário israelita foi uma lição objetiva do evangelho. Por meio dele os judeus deveriam aprender o plano da salvação, que incluía sacrifício, intercessão, juízo e o fim do pecado. Daniel, entretanto, acrescenta mais luz ajudando os leitores a entender a dimensão apocalíptica (relacionada ao tempo do fim) da obra final de Cristo no santuário celestial. “Com ênfase na purificação, juízo e vindicação, as visões apocalípticas de Daniel projetam a imagem do Dia da Expiação para o próprio fim da história terrestre. A purificação se acha diretamente relacionada ao santuário celestial e à obra do Messias como rei e sacerdote. As visões introduzem o elemento de tempo, possibilitando ao leitor identificar o momento específico dentro da história da salvação em que o Messias devia começar Sua última obra de purificação, juízo e vindicação na habitação celestial de Deus” (Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, p. 442).


   Perguntas para discussão

1. Ellen G. White escreveu: “Como antigamente eram os pecados do povo colocados, pela fé, sobre a oferta pelo pecado, e, mediante o sangue desta, transferidos simbolicamente para o santuário terrestre, assim, na nova aliança, os pecados dos que se arrependem são, pela fé, colocados sobre Cristo e transferidos, de fato, para o santuário celestial. E como a purificação típica do santuário terrestre se efetuava mediante a remoção dos pecados pelos quais ele havia sido poluído, igualmente a purificação efetiva do santuário celestial deve ser efetuada pela remoção, ou apagamento dos pecados que ali estão registrados. Mas antes que isso possa se cumprir, deve haver um exame dos livros de registro para determinar quem, pelo arrependimento dos pecados e fé em Cristo, tem direito aos benefícios de Sua expiação” (O Grande Conflito, p. 421, 422). Quais duas coisas revelam os que têm direito aos “benefícios de Sua expiação”? Por que é importante entender essas coisas, especialmente nas provações dos últimos dias?