Replicadores Adventistas

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Conduta Cristã: Reavivamento e Reforma



A verdadeira religião é essencialmente prática. Cristo a definiu como sendo a dedicação de amor supremo a Deus, e ao próximo como a si mesmo (Mat. 22:27-39).

Na verdade, “a amabilidade do caráter de Cristo se manifestará em Seus seguidores” (Caminho Para Cristo, p. 51); pois “como se poderia viver do amor de Deus e não amar?” (Gaugler, citado em : Franz J. Leenhardt. Epístola aos Romanos, p. 317).
“Religião não consiste meramente num sistema de áridas doutrinas, mas na fé prática, que santifica a vida e corrige a conduta no círculo familiar e na igreja.” (Testimonies, vol. 4, p. 337).
“A influência da religião bíblica não é uma influência entre outras: tem de ser suprema, penetrando em todas as outras e dominando-as.” (O Desejado de Todas as Nações, p. 312).
Significa exemplificar o caráter de Cristo na vida diária.
Santificação é comunhão e conduta – comunhão com Deus e uma conduta em conformidade com a Sua vontade.
“A oração de Cristo por Seus discípulos pouco antes da Sua crucifixão foi: ‘Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade.’
A influência da verdade deve afetar não meramente a compreensão, mas também o coração e a vida. A genuína religião prática levará o seu possuidor a controlar suas afeições. Sua conduta exterior deve ser santificada pela verdade.” (Testimonies, vol. 4, pp. 371 e 372).
Mas quais são as orientações bíblicas sobre a conduta cristã ideal?

I – A CONDUTA CRISTÃ IDEAL

A – As Virtudes Recomendadas
a)Em Rom. 12:9-21 encontramos algumas das evidências da aplicação prática da doutrina da justificação pela fé na vida do cristão e em seu relacionamento com os seus semelhantes:
1. O amor deve ser plenamente sincero. Não deve haver no amor cristão hipocrisia, simulação ou motivos ocultos (verso 9).
2. Devemos aborrecer a mal e amar o bem (verso 9).
3. Devemos ser afetuosos uns com os outros em amor fraternal (verso 10).
4. Devemos dar-nos uns aos outros a prioridade da honra (verso 10).
5. Não devemos ser remissos no zelo (verso 11).
6. Devemos ser fervorosos de espírito (verso 11), pois Cristo não pode suportar os que são frios ou mornos (Apoc. 3:15 e 16).
7. Devemos agir sempre como servos do Senhor (verso 11).
8. Devemos regozijar-nos na esperança cristã (verso 12).
9. Devemos enfrentar as tribulações com paciência (verso 12).
10. Devemos perseverar na oração (verso 12).
11. Devemos compartilhar com os outros que estão em necessidade (verso 13).
12. Devemos ser hospitaleiros (verso 13).
13. O cristão deve suportar a perseguição, orando por aqueles que o perseguem (verso 14).
14. Devemos simpatizar com os sentimentos de nossos semelhantes, alegrando-nos com os que se alegram e chorando com os que choram (verso 15).
15. Devemos viver em harmonia (verso 16).
16. Devemos evitar todo esnobismo e orgulho (verso 16)
17. Devemos ser humildes (ver. 16).
18. Devemos fazer com que a nossa conduta tenha boa aparência. A conduta do cristão não só deve ser boa, como deve também demonstrar isto (verso 17).
19. Devemos, se possível e quanto depender de nós, viver em paz com todos (verso 18).
20. Devemos afastar de nossa mente todo e qualquer pensamento de vingança (verso 19).
21. Devemos retribuir o mal que nos é feito com o bem (versos 20 e 21).


CONSELHOS BÍBLICOS SOBRE AS RELAÇÕES SOCIAIS


A – Quanto ao Relacionamento Familiar

a) Maridos – Efés. 5:25 e 28

– “Quando o esposo tem a nobreza de caráter, a pureza de coração, a elevação de espírito que cada cristão deve possuir, isto se revelará na associação matrimonial.” (O Lar Adventista, p. 125).

b) Esposas – Efés. 5:22

– A submissão da esposa ao seu marido “deve estar na base da indicação de Deus: ‘Como ao Senhor.’. . . Mas não foi desígnio de Deus que os maridos dominassem como cabeça do lar, quando eles próprios não se submetem a Cristo.” (Idem, pp. 116-117)

c) Filhos – Efés. 6: 1 e 2

– A expressão “no Senhor” indica que os filhos devem preferir a vontade do Senhor à de seus pais, caso esta não esteja em conformidade com a vontade divina.

d) Pais – Efés. 6: 4

– A verdadeira disciplina é o equilíbrio entre o amor e a justiça.


B – Quanto ao Relacionamento Entre Empregados e Patrões

a) Empregados – Efés. 6:5-8

– Portanto a greve, que é tão comum em nossos dias, não é de forma alguma compatível com o espírito cristão a ser demonstrado pelos empregados.

b) Patrões – Efés. 6:9

– A Bíblia declara que “digno é o trabalhador do seu salário” (Luc. 10:7), e ela condena severamente os salários injustos: – Tiago 5:4

C – Quanto às Companhias (Amizades)

a) I Cor. 5:9 e 11

b) “Como uma corrente participa sempre das propriedades do solo que atravessa, assim os princípios e hábitos dos jovens tomam invariavelmente a cor do caráter de suas companhias.” (Conselhos aos Professares, Pais e Estudantes, p. 198).

c) “Os jovens que estão em harmonia com Cristo, escolherão companheiros que os auxiliem a proceder bem, esquivando-se à sociedade que não contribui para o desenvolvimento dos retos princípios e desígnios nobres.” (Mensagens aos Jovens, p. 422).


D – Quanto ao Namoro

a) 1 Tess. 4:4-7

b) Prov. 5:3 e 8

c) “Se desejas sinceramente a glória de Deus, agirás com decidida cautela. Não tolerarás que um doentio sentimentalismo amoroso te cegue a visão por tal forma, que não possas discernir os altos direitos de Deus sobre ti como cristão.” (Mensagens aos Jovens, p. 438)

E – Quanto ao Casamento

a) I Cor 7:39

b) Deut. 7:3 (II Cor. 6:14)

c) “Os filhos de Deus não devem nunca aventurar-se a pisar terreno proibido. O casamento entre crentes e incrédulos é proibido por Deus.” (Mensagens aos Jovens, p. 436).


F – Quanto às Reuniões Sociais

a) Tiago 4:4

b) I João 2:15-17

c) Há vários anos um bispo católico romano declarou que dentre vinte mulheres caídas, dezenove atribuíam sua queda ao baile. (D. Peixoto da Silva. Quinhentas Ilustrações Escolhidas, p. 333).

d) “Nos Estados Unidos uma pesquisa realizada entre alunas de escolas públicas do norte do Estado da Flórida revelou que em 1977, de mil garotas solteiras grávidas, 964 conceberam enquanto ouviam música ‘rock’.” (Revista Mocidade, Nº 303, março de 1983, p. 7).

e) Há um princípio que diz: “Pela contemplação somos transformados.” E os locais de divertimentos mundanos, tais como o cinema, o baile, o teatro, os locais de jogos competitivos não são apropriados para o cristão freqüentar.

G – Quanto à Relação do Cristão com as Autoridades

a) Rom. 13:1-7

b) A função a ser exercida pelas autoridades foi instituída por Deus, porém isto não significa que todo o indivíduo que exerce essa função tenha sido aí colocado por Deus; pois há casos em que indivíduos usurpam o poder, como foi o caso de Hitler, na Alemanha.

c) Quando as autoridades são submissas à vontade divina, é dever do cristão submeter-se a elas; porém quando isto não ocorre, a sua atitude deve ser a mesma de Pedro e dos demais apóstolos diante do Sinédrio, em Jerusalém: “Antes importa obedecer a Deus do que aos homens.” (Atos 5:29)

d) Por outro lado, não cabe à igreja envolver-se em questões políticas, pois Cristo mesmo declarou: – João 18:36

Muitos cristãos desejam sinceramente mudar a sua conduta, porém parecem não possuírem forças suficientes para fazê-lo. Mas a Bíblia declara que em Jesus encontramos esse poder que tira de nós o desejo de pecar, colocando a nossa vontade em conformidade com a Sua vontade: – I João1:7; II Ped. 1:4

Que a nossa conduta exterior exemplifique a atuação interior da graça salvadora de Cristo!


(Alberto Ronald Timm)

Fonte: http://www.nistocremos.net/2013/05/conduta-crista.html

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O Limite da Vaidade: Maquiagem e Pintura de Unhas


Não é fácil escrever sobre esses assuntos, pois nosso objetivo é mirar um ponto equilibrado, sem extremos, pois qualquer ênfase exagerada para um lado ou outro é prejudicial para a vida cristã.
Por favor, leia com atenção os textos bíblicos seguintes, e responda para si mesmo, o que a Bíblia diz sobre se enfeitar:
I Pedro 3:3: “Não seja o adorno da esposa o que é exterior…”
I Timóteo 2:9 e 10: “Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)”.
No segundo texto a Bíblia oferece 2 princípios para os enfeites (atavios): modéstia e bom senso. O texto ensina que não devemos usar enfeites de ouro ou pérolas, ou seja, joias. Também não usar vestuário dispendioso: caros e extravagantes. Mas o texto também fala em modéstia e bom senso, que são os princípios que devem ser aplicados para a maquiagem e pintura das unhas.
Sobre o uso de maquiagem, note o que escreveu o Pr. Jonas Arrais, em um artigo que foi publicado na Revista da Afam (Revista da Divisão Sul Americana – Ano 5 – Número 19 – Julho a Setembro de 2005 – pág. 19):
“Quanto ao uso da maquiagem, seria muito bom manter a prudência e o equilíbrio para saber diferenciar entre o exagero ou fruto da vaidade e o que é um simples cuidado da aparência pessoal.
“Não podemos considerar um ato pecaminoso alguém cuidar da estética pessoal ao usar algum produto adequado, que ajuda a corrigir a imagem e a melhorar a auto-estima.
“Afirmar que alguém que usa um pouco de maquiagem ou passa um brilho nos lábios é uma pecadora, é um julgamento que não cabe a nós fazer. Seria entrar na individualidade de alguém, procurando ser a consciência dessa pessoa”.
Maquiagem corretiva e a maquiagem vaidosa
A primeira tem o objetivo de corrigir algumas imperfeições do rosto, para tornar a pessoa melhor apresentável. É muito usada para filmagens, como conhecemos nos programas e outras gravações da nossa própria igreja. Essa forma de maquiagem, usada moderadamente, não podemos julgar pecaminosa.
Todavia, a maquiagem usada de forma exagerada ou simplesmente para adorno é falta de modéstia, tornando-a pecaminosa.
Pintura das unhas moderadas e as exageradas
Pintar as unhas da mesma cor corrigindo imperfeições ou ressaltar seu brilho com uma base não seria quebrar os princípios de modéstia. Mas pintá-las com cores fortes ou desenhos com o objetivo de enfeitar-se sem dúvida quebra os princípios bíblicos, pois se enquadra na mesma questão da tatuagem, seria uma “tatuagem” nas unhas.
Mas não devemos ser juízes! Deus é o juiz! Cuide da sua aparência e julgue suas intenções! Se achar que alguém está exagerando, ore pela vida espiritual sua e da pessoa.
Fonte: Nisto Cremos

quarta-feira, 19 de novembro de 2014



5. Vestuário

O vestuário cristão é claramente orientado nas Escrituras pelo princípio da modéstia e da beleza interior que implicam bom gosto com decoro. Os Adventistas do Sétimo Dia creem que os princípios acerca do vestuário que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 10 e 1 Pedro 3:3 e 4, em relação às mulheres cristãs, se aplicam tanto a homens como a mulheres. O cristão deve se vestir com modéstia, decência, bom-senso, evitando a sensualidade provocativa tão comum da moda, e sem ostentação de “ouro, pérolas ou pedras preciosas, ou vestuário dispendioso” (1Tm 2:9).
Esse princípio deve aplicar-se não apenas a roupas, mas a todas as questões que envolvem a aparência pessoal e seus enfeites. Tudo deve evidenciar a riqueza do “homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus” (1Pe 3:4). “O caráter de uma pessoa é julgado pelo aspecto de seu vestuário. Um gosto apurado, um espírito cultivado, revelar-se-ão na escolha de ornamentos simples e apropriados. [...] É justo amar e desejar a beleza; Deus, porém, deseja que amemos e procuremos primeiro a mais alta beleza – aquela que é imperecível. As mais seletas produções da perícia humana não possuem beleza que se possa comparar com a beleza do caráter, que à Sua vista é de grande preço” (Ellen G. White, Educação, p. 248, 249).

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Viva com Esperança



Vivemos em mundo onde as coisas são muito antagônicas, onde a teoria fala mais alto que a prática, onde a aparência é mais importante que a essência e as coisas são mais valiosas que as pessoas. Estamos vendo a luta dos médicos, cientistas e profissionais da saúde para encontrar o antídoto contra o terrível vírus ebola, que está devastando muitas pessoas e deixando o mundo em pânico.

As guerras, os rumores de guerras, as crises internacionais, os conflitos políticos, a corrupção, o medo, a insegurança, a violência, as enfermidades, a dor da separação, as doenças psicossomáticas, os suicídios crescentes, a infidelidade, o relativismo e a incredulidade, nos levam a fazer algumas perguntas.

Existe esperança para este mundo?
Como será o futuro da humanidade?
É possível ser feliz?
O que nos aguarda o futuro?
Este mundo clama por liberdade, por um salvador, por uma solução! Assim como depois de uma tempestade vem calmaria, depois da chuva, vem o sol, depois do frio, vem calor, podemos ter esperança de que em breve tudo isso vai mudar.

Assim como a água, o vento, o fogo, o sol, a lua, as estrelas, as árvores e os animais revelam a existência do Deus criador, podemos estar seguros que o Senhor do céu e da terra não nos abandonou, existe sim uma esperança! Queremos convidá-lo, juntamente com sua família, para Viver Com Esperança.

Participe com sua família de uma semana de mensagens sobre saúde física e espiritual.

De 16 a 22 de novembro, às 19h (horário de Rondônia  na Tv Novo Tempo, canal 14 SKY, canal 2 TV local ou pelo site  www.novotempo.com

domingo, 16 de novembro de 2014

Conduta Cristã



Sempre que ocorre um reavivamento espiritual, seguido por uma reforma de vida, há uma influência em todas as condutas e comportamentos. Tudo aquilo que se vê, ouve, lê e mesmo lugares que se frequentam passam a refletir essa mudança de vida através do Espírito Santo.
Uma reforma no comportamento e conduta são afetados sempre que uma pessoa experimenta um reavivamento espiritual. Isto pode incluir áreas tão diversas como finanças, vestuário, alimentação, adornos, vestuário e entretenimento. 
O princípio que passa a reger a vida do cristão é: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” I Coríntios 10:31.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Quem guardou, guarda e guardará o Sábado?



Adão e Eva não eram judeus. “Deus abençoou o sétimo dia e o santificou” (Gênesis 2:3) antes do pecado ter entrado. “Santificado” significa “ser separado para uso santo”. Os únicos no Jardim do Éden, para quem o sábado foi “separado” foram Adão e Eva, que não eram judeus.

“O sábado foi estabelecido por causa do homem” (Marcos 2:27). Jesus disse isso. Ele foi “estabelecido” no Jardim do Éden antes de ter sido escrito nas tábuas de pedra no Monte Sinai. O sábado foi “feito” para o “homem”, e não apenas para os judeus.
Os gentios guardaram o sábado no livro de Atos. “Os gentios rogaram que estas palavras fossem pregadas a eles no sábado seguinte … Paulo e Barnabé … os persuadiam a perseverar na graça de Deus” (Atos 13:42-43 – King James). Aqui os gentios salvos pela graça guardaram o sábado (ver também o versículo 44).

“Toda a humanidade” irá guardar o sábado na Nova Terra. Na “nova terra … de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor” (Isaías 66:22-23). Aqui Deus diz que “toda a carne” guardará o sábado na “nova terra”. Se este for o caso – e o é – não devemos começar a fazê-lo desde agora?

Lucas era um gentio que guardava o sábado. Lucas foi o único gentio que escreveu livros do Novo Testamento (ele escreveu O Evangelho Segundo São Lucas e os Atos dos Apóstolos). Lucas viajou com Paulo e escreveu: “No sábado, saímos da cidade para junto do rio, pois pensávamos que ali devia haver um lugar de oração” (Atos 16:13). Era o sábado do sétimo dia, o memorial da criação (cf. Ex. 20:11). Tanto Lucas como Paulo sabiam disso.



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Sábado: Dia de bênção e deleite


Se desviares o teu pé do sábado, de fazer a tua vontade no Meu santo dia, e se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor digno de honra, e se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falar as tuas próprias palavras, então, te deleitarás no Senhor, e te farei cavalgar sobre as alturas da Terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai; porque a boca do Senhor o disse. Isaías 58:13, 14.
O sábado… é tempo que pertence a Deus, não a nós; quando o transgredimos, roubamos a Deus. … Deus nos deu todos os seis dias para, fazermos o nosso trabalho, e reservou apenas um para Si. Este deve ser-nos um dia de bênçãos — dia em que ponhamos de parte todas as nossas atividades seculares, e centralizemos nossos pensamentos em Deus e no Céu.
Mas, enquanto adoramos a Deus, não devemos considerar isso uma coisa enfadonha. O sábado do Senhor deve tornar-se uma bênção a nós e a nossos filhos. Devem considerar o sábado um dia de deleite, dia que Deus santificou; e assim o considerarão se forem instruídos devidamente. … Pode-se chamar-lhes a atenção para as flores e para os botões a entreabrir-se, as altaneiras árvores e as lindas espirais das gramíneas, ensinando-se-lhes que Deus tudo fez em seis dias e repousou no sétimo e o santificou. Assim os pais podem gravar as suas lições instrutivas na mente dos filhos, de modo que, ao considerarem estes as coisas da natureza, lembrar-se-ão do grande Criador de todas elas. Seus pensamentos serão elevados para o Deus da natureza, remontando à criação do nosso mundo, quando se pôs o fundamento do sábado e todos os filhos de Deus rejubilaram.
Não devemos ensinar aos nossos filhos que não devem estar alegres no sábado, que é errado andar ao ar livre. Oh, não! Cristo conduzia os discípulos para fora, à beira do lago, no dia de sábado, e os ensinava. Seus sermões de sábado nem sempre eram pregados em recintos fechados.
Muitos dizem que guardariam o sábado se lhes fosse conveniente. Mas esse dia não vos pertence; é o dia de Deus, e não tendes mais direito de tomá-lo, do que de furtar-me a bolsa. Deus o reservou, santificou-o e abençoou-o; e é vosso dever dedicar esse tempo ao Seu serviço, honrá-lo e chamá-lo deleitoso.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais.

Sábado na Bíblia


 21 Tópicos sobre a observância do sábado

 
Brasília, DF … [ASN] Na última Comissão Diretiva Plenária da liderança sul-americana adventista foi votado um documento intitulado Observância do Sábado. O material, aprovado pelos delegados presentes, ressalta o descanso conforme a Bíblia Sagrada e aponta o entendimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia a respeito de aspectos práticos sobre a guarda do dia. Segundo o pastor Alberto Timm, responsável pela organização do documento, foram sintetizados 21 pontos a respeito do assunto. Timm é autor do livro O Sábado na Bíblia, uma pesquisa interessante referente aos aspectos históricos e teológicos do sábado com uma linguagem acessível.

Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado se fundamenta em uma vida santificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).
Crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo de Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam nossa comunhão com Deus nesse dia.
Preparação para o sábado. Antes do pôr do sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada; as roupas, lavadas e passadas; os alimentos, devidamente providenciados (cf. Êx 16:22-30); e os membros da família, já prontos.
Início e término do sábado. O sábado é um dia de especial comunhão com Deus, e deve ser iniciado e terminado com breves e atrativos cultos de pôr do sol, com a participação dos membros da família. Nessas ocasiões, é oportuno cantar alguns hinos, ler uma passagem bíblica, seguida de comentários pertinentes, e expressar gratidão a Deus em oração. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 356-359.)
Pessoas sob nossa influência. O quarto mandamento do Decálogo orienta que, no sábado, todas as pessoas sob nossa influência devem ser dispensadas das atividades seculares (Êx 20:10). Isso implica os demais membros da família, bem como os empregados e hóspedes; que também sejam estimulados a observar o sábado.
Espírito de comunhão. Como dia por excelência de comunhão com Deus (Ez 20:12, 20), o sábado deve se caracterizar por um prazeroso e alegre compromisso com as prioridades espirituais, com momentos especiais de leitura da Bíblia, oração e, se possível, de contato com a natureza (cf. At 16:13). Esse compromisso deverá ser mantido na escolha dos assuntos abordados também em nossos diálogos informais com familiares e amigos.
Reuniões da igreja. Somos admoestados a não deixar “de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10:25). Portanto, as programações e atividades regulares da igreja aos sábados devem ter precedência sobre outros compromissos pessoais e sociais, mesmo que estes sejam pertinentes para o sábado.
Casamentos e festas. O convite para deixar de lado nossos “próprios interesses” no sábado (Is 58:13) indica que casamentos e festas, incluindo seus devidos preparativos, devem ser realizados fora desse período sagrado. Casamentos e algumas festas mais suntuosas não devem ser planejados para os sábados à noite, pois seus preparativos envolvem expectativas e atividades não condizentes com o espírito de comunhão com Deus.
Mídia secular. A mídia secular, em todas as suas formas, deve ser deixada de lado durante as horas do sábado, para que este, rompendo com a rotina da vida, possa ser um dia “deleitoso e santo” (Is 58:13).
Esportes e lazer. Muitas atividades esportivas e de lazer, aceitáveis durante a semana, não são condizentes com a observância do sábado, pois desviam a mente das questões espirituais (Is 58:13).
Horas de sono. A Bíblia define o sábado como dia de “repouso solene” (Êx 31:15), e não como dia de recuperar o sono atrasado da semana. Ricas bênçãos advirão de levantar cedo no sábado, dedicando esse dia ao serviço do Senhor. (Ver Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 170.)
Viagens. A realização de viagens por questões de trabalho ou interesses particulares é imprópria para o sábado. Existem, porém, ocasiões excepcionais em que se torna necessário viajar no sábado para atender a algum compromisso religioso ou situações emergenciais. Sempre que possível, os devidos preparativos, incluindo a compra de passagens e o abastecimento de combustível, devem ser feitos com a devida antecedência. (Ver Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 359, 360.)
Excursões e acampamentos. A realização de excursões e acampamentos pode promover a socialização cristã (cf. Sl 42:4). Mas seus organizadores e demais participantes devem chegar ao devido local antes do início do sábado e montar sua estrutura, incluindo suas barracas, de modo que o santo dia possa ser observado segundo o mandamento. Além disso, as atividades durante as horas do sábado devem ser condizentes com o espírito sagrado desse dia.
Restaurantes e alimentação. A recomendação de que o alimento deve ser provido com a devida antecedência (Êx 16:4, 5; 22-30) significa que ele deve ser comprado fora das horas do sábado, e que a frequência a restaurantes comerciais nesse dia deve ser evitada.
Medicamentos. A compra de medicamentos durante o sábado é aceitável em situações emergenciais (cf. Lc 14:5), e imprópria quando a pessoa já os necessitava, e acabou postergando sua compra para esse dia.
Estágios e práticas escolares. O quarto mandamento do Decálogo (Êx 20:8-11) desabona a realização de atividades seculares no sábado, que gerem lucro ou benefício material. Envolvidos em tais atividades estão os programas de planejamento e preparo para a vida profissional, incluindo a frequência às aulas e a participação em estágios, simpósios, seminários e palestras de cunho profissional, concursos públicos e exames seletivos. Em caso de confinamento para a prestação de exames após o término do sábado, as horas desse dia devem ser gastas em atividades espirituais.
Escolha e exercício da profissão. A estrutura da sociedade em geral nem sempre favorece a observância do sábado, e acaba disponibilizando profissões e atividades que, embora sejam dignas, dificultam essa prática. Os adventistas do sétimo dia devem escolher e exercer profissões condizentes com a devida observância do sábado. Somos advertidos de que, se alguém, “por amor ao lucro, consente em que o negócio em que tem interesses seja atendido no sábado pelo sócio incrédulo, esse alguém é tão culpado quanto o incrédulo; e tem o dever de dissolver a sociedade, por mais que perca por assim proceder” (Evangelismo, p. 245).
Instituições de serviços básicos. A orientação de não fazer “nenhum trabalho” durante o sábado (Êx 20:10) indica que os observadores do sábado devem se abster de trabalhar nesse dia, mesmo em instituições seculares de serviços básicos. Instituições denominacionais que não podem fechar aos sábados (cf. Jo 5:17), incluindo os internatos adventistas, devem ser operadas nesse dia por um grupo reduzido e em forma de rodízio.
Atividades médicas e de saúde. Existem situações emergenciais que os profissionais da saúde devem atender, com base no princípio de que “é lícito curar no sábado” (Lc 14:3). Os hospitais adventistas necessitam dos préstimos de uma equipe médica, de enfermagem e de outros serviços básicos para o funcionamento nas horas do sábado. Mas os plantões rotineiros, tanto médicos quanto de enfermagem, em hospitais não adventistas, são impróprios para as horas do sábado. (Ver Ellen G. White Estate, “Conselhos de Ellen G. White Sobre o Trabalho aos Sábados em Instituições Médicas Adventistas e Não Adventistas”, em http://www.centrowhite.org.br.)
Projetos assistenciais. Cristo disse que “é licito, nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). Isso significa que “toda atividade secular deve ser suspensa, mas as obras de misericórdia e beneficência estão em harmonia com o propósito do Senhor. Elas não devem ser limitadas a tempo ou lugar. Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus” (Beneficência Social, p. 77). Portanto, é lícito nas horas sagradas do sábado visitar enfermos, viúvas e órfãos, encarcerados e compartilhar uma refeição. Ações sociais que podem ser realizadas em outro dia não devem tomar as sagradas horas do sábado.
Atividades missionárias. O apóstolo Paulo usava o sábado para persuadir “tanto judeus como gregos” acerca do evangelho (At 18:4, 11; cf. 17:2), demonstrando a importância de se reservar um tempo especial nesse dia para atividades missionárias. Sempre que possível, os membros da família devem participar juntos dessas atividades, para desfrutar a socialização cristã e desenvolver o gosto pelo cumprimento da missão evangelística.
Como adventistas do sétimo dia, somos convidados a seguir o exemplo de Deus ao descansar no sétimo dia da semana da criação (Gn 2:2-3; Êx 20:8-11; 31:13-17; Hb 4:4-11), de modo que o sábado seja, para cada um de nós, um sinal exterior da graça de Deus e um canal de Suas incontáveis bênçãos. [Equipe ASN, Felipe Lemos] (Fonte: Sétimo Dia)

Sábado




O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus. Razões Bíblicas|Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; S. Luc. 4:16; Heb. 4:1- 11; Deut. 5:12-15; Isa. 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; S. Mar. 2 e S. Mateus 12 (ler capítulo inteiro) favor não ler somente versículos e sim todo o capitulo.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

OBSERVÂNCIA DO SÁBADO


A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-­‐11; 31:13-­‐17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-­‐7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-­‐o para uso sagrado e transformando-­‐o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-­‐11).
A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos:
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Divisão Sul-­‐Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma neste documento seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado.